
Grazi-Sensei
Irei revelar-lhes uma parte "viajante" da minha pessoa... Olha só o que uma mente ociosa pode produzir: "nada com nada" talvez poderia definir... Até que teve um fundo: as historinhas que crescemos ouvindo, claro que um tanto quanto deturpadas por essa mente que vivia no mundo na Lua (porque já foi escrito há algum tempo)... Hoje se dissesse que a cabeça vive no mundo da Lua estaria mentindo (como bem disse a Hellen: a não ser que o Rodrigo tenha mudado de nome... acho que esses parênteses só Hellen-sama pra entender mesmo! hehehe). Então, aqui vai uma produção nascida ociosamente:
CONTO ÀS AVESSAS
Era uma vez uma jovem bruxa chamada Cinderela. Há muito tempo, sua mãe havia sido morta por um caçador na floresta e, desde então, a moça foi morar com seu padrasto Zangado e seus seis irmãos anões num majestoso castelo. Apesar do amor que a família dos anões lhe dava, ela não se sentia feliz. Às vezes, lhe dava vontade de fugir, só não o fazia em consideração a Zangado, que lhe recebera muito bem. Porém, um dia, uma jovem chamada Branca de Neve ofereceu uma maçã envenenada a Zangado. Na primeira mordida, o anão caiu morto aos pés da jovem que havia feito isso porque, há tempos atrás, ele lhe havia recusado abrigo em uma noite de tempestade. Com a morte de seu padrasto, Cinderela não mais hesitou e fugiu pela floresta. Ela viu um lindo coelho branco e começou a segui-lo. O coelho passou pelas grades do portão de um casebre velho e feio e sumiu na penumbra. Cinderela, então, empurrou o portão enferrujado e entrou no jardim do casebre, onde havia milhares de rosas vermelhas. Ela apanhou uma rosa e, no mesmo instante, o dono da casa apareceu: ele era um príncipe deserdado. Vendo aquela bruxa em meio às suas rosas, ele se apaixonou imediatamente e começou a declarar seu amor àquela jovem. Mas ela não gostava da aparência do belo príncipe. Enfim, depois de muita insistência, Cinderela o beijou. Mas algo mágico aconteceu: o príncipe se transformou num sapo. E Cinderela se alegrou e se apaixonou. E eles viveram felizes para sempre. FIM.
Que história mais esdrúxula né?! (quase tanto quanto essa palavra ^^).

Dia 9 de março acontecerá um mega show em Belo Horizonte: Dream Theater! Até ontem eu achava que nunca poderia ir, afinal o ingresso está muito caro (70 reais a meia), valor inacessível para uma desempregada como eu! (hehehe)... Ainda pra completar, minha melhor amiga Hellen iria ao show porque ganhou uma promoção na comunidade do orkut... Resultado: ficaria aqui “chupando dedo” enquanto ela se deliciava com o show... Mas, mal sabia eu que meu amado Rodrigo, em segredinho com a Hellen, estava me preparando uma baita surpresa: chegou aqui ontem com os ingressos... Ele disse que pra minha surpresa ser completa ainda teria que ter dado uns 25 pulinhos... Ah meu bem, fiquei com vergonha... Mas deixemos os pulinhos para o dia do show! E Rodrigo, muito obrigada por essa surpresa, e pela sua indispensável companhia, mesmo você nem conhecendo a banda e não gostando do estilo. Hellen, vocês me enganaram direitinho! Vai ser legal, todo mundo junto no “Teatro dos Sonhos”!
Afinal, não é só de J-music que vive um otaku! XD


Acho que minhas idéias podem ter se confundido no post anterior, só gostaria de esclarecer que, quando me referia ao termo “Lolita”, tudo isso que escrevi em relação ao livro de Nabokov em nada tem a ver com o estilo lolita da moda japonesa.
Eu disse que a origem do termo é o livro, porque historicamente antes dele ser escrito (1955), nem existia essa gíria – e isso não sou só eu que estou dizendo, é fato comprovado... Claro que o termo, mais tarde, deu nome a outras coisas, baseadas ou não na descrição e características da Lolita original... Por exemplo, costumam chamar as menininhas sexualmente/fisicamente atraentes que aparecem na mídia de “lolitas”, nesse caso, baseadas no termo do livro com certeza... Já a questão da moda japonesa, o estilo Lolita – que surgiu bem mais tarde, no final da década de 70 - já é outra história...
Bom, o estilo de moda Lolita é baseado “na cultura kawaii (fofa ou adorável) japonesa e na nostalgia de outros tempos”. O estilo é dividido em várias categorias, que citarei como curiosidade:
• Classical Lolita - o estilo clássico, que remete à moda vitoriana e rococó original. As cores utilizadas são tons de bege, vinho, verde-escuro, marfim.
• Sweet Lolita - o estilo dito "fofo", que usa cores como tons em rosa, verde claro, azul bebê, amarelo claro, pêssego. As estampas, quando utilizadas, são de coisas pequenas e consideradas "bonitinhas", como frutas, flores e até animais.
• Country Lolita - uma subdivisão do sweet lolita, baseada em xadrez, quadriculado e estampas florais mais coloridas, além de frutas. Utiliza-se tons de bege, vermelho e branco. O acessório mais comum é o minichapéu de palha.
• ShiroLolita - considerada por alguns subdivisão do sweet lolita e por outros um tipo de gothic lolita, as shirololitas são lolitas que se vestem apenas de branco.
• KuroLolita - também considerada subdivisão do sweet lolita por algumas pessoas, outros a vêem simplesmente como qualquer lolita vestida somente de preto.
• Punk Lolita - a mistura da moda punk com a moda lolita. São bastante utilizadas sobreposições, xadrez, listras, e estampas. Os acessórios mais comuns incluem caveiras, coroas, minicartolas e boinas.
• Guro Lolita - as guro lolitas (termo japonês que corresponde à grotesque lolita) são lolitas que usam bandagens, sangue falso e afins, o que pode dar um ar de boneca quebrada à lolita "comum".
• Gothic Lolita - a mistura do "gótico" com a moda lolita. As cores utilizadas são preto, azul escuro e até mesmo vermelho. Devemos ressaltar que as gothic lolitas não tem conexão nenhuma com a tribo gótica e nem com Goth Rock.
• Casual Lolita - O estilo mais despojado lolita. São compostos por saias com influência lolita e peças de vestuário comuns, como camisetas e casacos. Mas nunca se utiliza calça e nem tênis no casual lolita - nem em qualquer estilo lolita.
• Erololi (Ero - erótico; Loli - abreviação de lolita) - mistura o sexy antiquado, sem exageros, com o lolita. Muitas vezes utiliza corsets e outros elementos típicos de roupas íntimas vitorianas, como bloomers (a típica calçola da vovó), petticoats (saias de tule, filó ou tecido) e calcinhas grandes com babados. As saias costumam ser mais curtas do que o normal, que no caso é no joelho ou abaixo dele. Utiliza-se também cinta-liga com meia 7/8, coroas e até armações de metal no lugar da saia.
• Wa Lolita (ou Waloli) O estilo é baseado na combição entre acessórios japoneses e a moda Lolita. O nome se refere ao Japão pela antiga palavra "che", que significa a "Mesma Nação","Terra de (Wa)", que é terra da harmonia.
• Qi Lolita - essa variante (pronunciada "ci-loli") é um dos poucos estilos comuns da moda Lolita. É similar à Wa lolita, desde que encorpora acessórios tradicionais. E é em fato a combinação de elementos tradicionais chineses e o estilo Lolita.
• Sailor Lolita - Combinação do estilo Lolita com roupas de marinheiro.
• Hime Lolita - Estilo clássico Lolita e roupas de estilo princesas medievais.
• Versões Masculinas - Há também versões masculinas das ditas Lolitas, Ouji, Dandy e Neogothic. Embora as roupas sejam em estilo masculino também inspiradas em estilo Rococó e Vitorianas, muitas garotas também usam esses trajes, indiferente da sexualidade e preconceito.

Ultimamente vejo muito minha irmã e minha amiga Hellen pesquisando imagens na internet com a palavra “lolita”, à procura de idéias para confeccionar seu cosplay de Chobits. O resultado da pesquisa são sempre roupas rendadas, levemente transparentes, cheias de fitas e laços; em meninas cuja combinação de seus rostos ‘aparentemente’ inocentes e corpos de mulher, se tornam “acidentalmente sexys”. Mas por que são chamadas dessa forma? Sempre que ouço/leio esse termo, me lembro de Dolores Haze, a primeira a ser chamada assim. Mas creio que a maioria das pessoas não faz idéia disso, e muito menos de quem seja essa tal Dolores. Então, vamos às curiosidades:
De onde veio o termo “lolita”: sua origem é de um livro cujo título é LOLITA e foi escrito pelo russo Vladimir Nabokov, em 1955. (Não tem a ver com o estilo de moda lolita japonês, que surgiu bem depois, na década de 70, me refiro puramente ao termo em si).
O livro: é um dos melhores que já li. Temática polêmica permeada por um amor intenso, violento e não tão inocente assim, através de uma escrita envolvente e apaixonante.
A história: Dolores Haze, 12 anos, apelidada de “Lola”, é chamada carinhosamente de “Lolita” pelo padrasto – o professor Humbert, que se intitula como “pervertido” por causa de uma experiência amorosa traumática que viveu na juventude. Talvez movido por essa “perversão”, ele se apaixona perdidamente por Lolita, que, como uma típica “nymphet” (meninas menores de idade ou pubescentes sexualmente atraentes e/ou precoces), não cansa de atormentá-lo e provocá-lo. Não é uma história de abusos... Dolores se envolve por vontade própria... É impossível odiar, ou ter aversão a Humbert, apesar dos pesares, pois o amor que sente pela menina é verdadeiro, e transborda através de suas palavras. A história é uma mistura de drama, tragédia, romance, mistérios, crime e tantas outras coisas mais. Porém, o que me atrai no livro não é a história em si, que jamais teria todo seu charme se não fosse escrita por Vladimir Nabokov, mas o jeito como foi escrita, que faz com que não desgrudemos das páginas até o último ponto final.
Os filmes: Foram realizadas duas versões cinematográficas do romance. A primeira, de 1962, feita por Stanley Kubrick; e a outra, em 1997 dirigida por Adrian Lyne.
Trechos do livro: “Lolita, luz de minha vida, fogo de meu lombo. Meu pecado, minha alma. Lolita: a ponta da língua fazendo uma viagem de três passos pelo céu da boca, a fim de bater de leve, no terceiro, de encontro aos dentes. LO. LI. TA. Era LO, apelas LO pela manhã, com suas meias curtas e seu um metro e quarenta e oito centímetros de altura. Era Lola em seus slacks. Ela Dolly na escola. Era Dolores quando assinava o nome. Mas, em meus braços, era sempre Lolita”.
“Sabia que me apaixonara por Lolita para sempre; mas, também que ela não seria Lolita para sempre. Completaria treze anos em primeiro de janeiro. Dentro de dois ou três anos, transformar-se ia numa “jovenzinha” e, depois, numa “garota de colégio” – esse horror dos horrores. O termo “para sempre” se referia apenas à minha própria paixão, à Lolita eterna refletida em meu sangue. A Lolita que hoje eu podia tocar, cheirar, ouvir, ver, a Lolita de voz estridente e ricos cabelos castanho-avermelhados”.
*Ufa!!!*

Estava relendo um post bem antigo de um outro blog meu, que reavivou aqui dentro um assunto que sempre gostei: o desconhecido. Fecho os olhos e ainda consigo ter vislumbres de mim com uns 7 anos de idade, vendo escondida relances de filmes de terror na TV, os quais eram proibidos pela minha mãe. Motivo? Talvez pelos sintomas de “falta de sono” e “olhos constantemente arregalados” que me assolavam depois. Estranho que mesmo sabendo disso, que depois morreria de medo até mesmo de minha própria sombra, eu sentia uma quase que necessidade de espiar as coisas que me davam medo. Já ouvi relatos de extraterrestres e abduções, dando graças a Deus que tinha minha irmãzinha de companhia no quarto quando ia dormir à noite, lembrando sempre de olhar debaixo da cama antes de me deitar. Já fiquei trancada num quarto escuro lendo relatos de aparições fantasmagóricas e saía correndo quando batia aquela falta de ar, um arrepiozinho na nuca e o coração disparava. Já passei madrugadas sentada ao lado do meu avô, em volta de uma pequena fogueira, ouvindo ele contar as histórias que presenciou de casas mal-assombradas e vultos que apareciam vestidos de branco no meio da estrada. Já li livros de terror e fiquei sem dormir. Já assisti filmes que saberia que me dariam medo, só porque já era noite e estava sozinha em casa. Já achei que vi luzes estranhas no céu, que vi vultos em casa, que escutei suspiros de ninguém perto de mim. Já escutei barulhos de arrepiar à noite, já quis ir a lugar mal-assombrado. Já fiz a brincadeira do copo, a brincadeira da caneta e qualquer outra que tenham inventado (e que nunca deram certo)...Se sou crédula a esse ponto? Se acredito nessas “coisas”? Bem, acredito no poder da mente humana de inventar histórias, e na necessidade de criarmos situações novas, inesperadas, que representam perigo, surgindo assim, o medo. Mas acredito mais ainda no desconhecido e em todo o charme do mistério. Seria muita presunção achar que conhecemos todos os fenômenos, sejam eles de qualquer natureza, que acontecem ao nosso redor, que permeiam o universo (nóoo... O.o). E o “desconhecido” só continuará desconhecido enquanto não fizermos nada para descobri-lo, para conhecê-lo!
- . - . - . - . - . - . - . - . - . - . -
E por falar em mistério...
"Uma alma sem mistério nem seria alma... Da mesma forma que um Deus compreensível não seria Deus".
(Da Alma - Mário Quintana)
Avatar: anime Hellsing
Abraços a todos! E obrigada pelos comentários! Matta ne!

Era uma vez (porque todas as histórias começam assim) uma youkai, cujas orelhinhas e rabo de raposa eram reconhecidos por toda makai... Seu nome é Koto, e ela acreditava que sua fama devia-se ao seu imenso talento para narrar com precisão as lutas de torneios que aconteciam em seu mundo... Mal sabia ela que aqueles horrendos demônios só estavam interessados em porrada e sangue (o sexo masculino, bah! *hehehe*), e muito raro reparavam em sua formosura (vish de onde veio isso? Hahahaha)... E que ela não passava de um componente ínfimo daquilo tudo, afinal, alguém tinha que narrar, e se ela era a juíza, que ao menos fizesse seu trabalho direito! (coitada!)... Certa vez, a convite de um grupo que conheceu num desses grandes torneios de luta (um tal de time Urameshi), ela acabou indo parar no mundo dos homens... E os torneios? Ah ela deixou nas mãos (não tão eficientes quanto as dela, claro) de sua amiga Juli e nada menos que Jorge Santomé como comentarista (ê diabo, que desastre!)... E para sua surpresa, lá ela avistou seres de mundos (*animes, séries*) diversos, outros youkais como ela, seres bizarros e alguns até interessantes... Mas ela também encontrou algo que mudaria sua vida para sempre: o amor... Ah! O amor... (hehehe). Andando pelo pátio entupido de gente e de tudo quanto é coisa esquisita, ela dá de cara com um moço, um certo ninja de armadura, Jiraiya-Sama... Eita que foi quase um amor à primeira vista... E não é que esse crossover deu certo? Um mês depois essa dupla improvável continua mais grudada que nunca...
E apesar das brincadeiras e viagens mentais, foi mais ou menos assim que tudo começou... Hoje completamos um mês de namoro ^^...Amo muito você, Jiraiya-Sama!
-->> E aí estamos nós, nesse fatídico dia! Anime Festival BH, outubro de 2007. Meu amor, o Ninja Jiraiya e eu, Juíza Koto (Yu Yu Hakusho).
- . - . - . - . - . - . - . - . - . - . -
Glossário Otaku:
- Youkai: é o termo japonês utilizado para designar fenômenos, objetos e criaturas sobrenaturais que estão além da compreensão humana e pode ser traduzido como "estranho", "inacreditável" ou "bizarro".
- Makai: na mitologia nipônica, a terra habitada por youkais (demônios). Faz parte do plano celestial, que tambem é formado pelo Mundo dos Homens e pelo Mundo Espiritual.
- Crossover: encontro de personagens de mundos, animes, filmes, séries diferentes...
Abraços a todos! Matta ne!


O rouge virou blush
O pó-de-arroz virou pó-compacto
O brilho virou gloss
O rímel virou máscara incolor
A Lycra virou stretch
Anabela virou plataforma
O corpete virou porta-seios
Que virou sutiã
Que virou lib
Que virou silicone
A peruca virou aplique, interlace,
megahair, alongamento
A escova virou chapinha
"Problemas de moça" viraram TPM
Confete virou MM
A crise de nervos virou estresse
A chita virou viscose.
A purpurina virou gliter
A brilhantina virou mousse
Os halteres viraram bomba
A ergométrica virou spinning
A tanga virou fio dental
E o fio dental virou anti-séptico bucal
Ninguém mais vê...
Ping-Pong virou Babaloo
O a-la-carte virou self-service
A tristeza, depressão
O esparguete virou Miojo pronto
A paquera virou pegação
A gafieira virou dança de salão
O que era praça virou shopping
A areia virou ringue
A caneta virou teclado
O long play virou CD
A fita de vídeo é DVD
O CD já é MP3
É um filho onde éramos seis
O álbum de fotos agora é mostrado por email
O namoro agora é virtual
A cantada virou torpedo
E do "não" não se tem medo
O break virou street
O samba, pagode
O carnaval de rua virou Sapucaí
O folclore brasileiro, halloween
O piano agora é teclado, também
O forró de sanfona ficou electrónico
Fortificante não é mais Biotónico
Bicicleta virou Bis
Polícia e ladrão virou counter strike
Folhetins são novelas de TV
Fauna e flora a desaparecer
Lobato virou Paulo Coelho
Caetano virou um chato
Chico sumiu da FM e TV
Baby se converteu
RPM desapareceu
Elis ressuscitou em Maria Rita?
Gal virou Fénix
Raul e Renato, Cássia e Cazuza,
Lennon e Elvis,
Todos anjos
Agora só tocam lira...
A AIDS virou gripe
A bala antes encontrada agora é perdida
A violência está coisa maldita!
A maconha é calmante
O professor é agora o facilitador
As lições já não importam mais
A guerra superou a paz
E a sociedade ficou incapaz...De tudo.
Inclusive de notar essas diferenças.
Ontem estava olhando meus e-mails e achei isso... Bem interessante, e é realmente verdade como as coisas mudam, cada vez mais rápido, e a gente nem percebe... Adoro Fernando Veríssimo...
Um abraço a todos, obrigada pelas visitas...
**matta ne**

Hoje terminei de assistir o anime Romeo X Juliet que, como é de se supor, se baseia na tragédia escrita por William Shakespeare. De início, achei que poderia ser um tanto mais trágico que a história original, por fatos que ocorrem logo no primeiro episódio, mas no fim, não era assim. Apesar do final “triste”, ele também consegue ser feliz ao mesmo tempo (perdoem-me, mas isso não é spoiler, uma vez que todos conhecemos o destino de Romeu e Julieta).
E apesar de tudo isso, o anime ainda consegue ser tão diferente de seu original: tudo se passa em Neo Verona, uma terra flutuante nos céus... Os nobres utilizam pegasus como meio de transporte... Juliet não é criada aos cuidados de uma ama, dentro de uma “redoma de vidro”, não é uma menina frágil que não tinha vivido nada de emocionante até encontrar e se apaixonar pelo filho dos Montagues... A herdeira dos Capulets precisou se esconder da ira do Duque de Neo Verona, e acaba assumindo a identidade de “Vendaval vermelho”, um herói que luta em prol do povo da cidade... É corajosa, batalha por seus ideais, e deixa a vingança de lado pra lutar por um bem maior: construir um novo mundo onde a esperança possa voltar a reinar...
Enfim, os traços do anime são lindos, a trilha sonora é ótima... Além de romance, tem algumas cenas de batalha, uma trama interessante... E detalhes que não mencionei pra não perder a graça, caso alguém se interesse em ver... Bom, está mais que recomendado então!!! ^^
Algumas imagens... Clique para ampliar!
**matta ne!**

O feriado não foi nada bom... Mas, não falemos de chateações... Já passou mesmo...
Ontem fui ao cinema assistir A Lenda do Tesouro Perdido. Bem que me parecia familiar... O nome, o Nicolas Cage e tudo o mais... Nem tinha me tocado que era o segundo da série (“dã” pra mim! hehehe)... Confesso que não me recordo muito bem do primeiro, só que eu tinha gostado bastante e que a trama era empolgante. Este não foi diferente: a perseguição ao tesouro por meio de pistas decifradas através da inteligência/habilidade/manha dos protagonistas, combinada com a ação de perseguições e situações de conflito e “becos que parecem sem saída” fazem com que nos prendamos à tela, soltando um último suspiro no final da sessão, comentando com os amigos: “é, foi bom galera! Adorei o filme!”...
Enfim, pra quem gosta de filmes à lá “Código Da Vinci”, no que se refere à presença de enigmas/códigos/charadas...
E, embora seja o 2º de uma série, a história não é tão seqüencial assim. Por isso, mesmo que você não tenha visto o 1º, o fato não compromete a compreensão do 2º. E do mesmo modo que indico O Livro dos Segredos, indico o anterior também...
E que se inicie a caça ao tesouro!
Informações sobre o filme:
Abraços a todos!
